21 agosto 2006

Para reflexão

"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem." (Efésios 4.29) "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" (I Coríntios 3.16)
Quando Paulo nos ensina com essas palavras significa que somos separados para Deus, tanto para salvação eterna, como para seguir o que Jesus nos ordenou, de pregar o Evangelho a toda a criatura. Ora, se de minha boca procede maus desígnios, palavras e atitudes que não agradam a Deus, como a promessa se cumpre em mim? "Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir." (João 16.13)
Agindo assim fazemos como os judeus do tempo de Jesus, que a Palavra diz que eram resistentes ao Espírito Santo. Pois aquele que é obediente e sensível enxerga as obras do Espírito atuando:
"As quais também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais." (I Coríntios 2.13)
Vivemos nos últimos tempos, e assim como foi nos dias de Nóe, quando todos viviam regaladamente, sem prévio aviso veio o dilúvio e a todos levou exceto ao justo Noé e sua família,assim virá Jesus buscar aqueles que guardam o testemunho do Cordeiro. Vigiemos e oremos ao Senhor para nos apartar das cousas que desagradam a Ele. "Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca." (Colossenses 3.8)
A Paz, tenha um dia abençoado em Cristo Jesus

15 agosto 2006

Mensagem

"Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus,nem respeitava homem algum.Havia também,naquela mesma cidade,uma viúva que vinha ter com ele,dizendo:Julga a minha causa contra o meu adversário.Ele,por algum tempo,não a quis atender;mas,depois,disse consigo:Bem que eu não temo a Deus,nem respeito a homem algum;todavia,como esta viúva me importuna,julgarei a sua causa,paranão suceder que,por fim,venha a molestar-me.Então,disse o Senhor:Considerai no que diz este juiz iníquo.Não fará Deus justiça aos seus escolhidos,que a ele clamam dia e noite,embora pareça demorado em defendê-los?"(Lucas 18.2-7)
A parábola da viúva e do juiz iníquo nos anima a orar com perseverança.Se até mesmo um homem perverso acaba se comovendo,quanto mais razão não teria o Deus de amor para intervir libertando os seus escolhidos.Às vezes Ele tarda em fazê-lo,porque o fruto que espera não está maduro;mas não nos esqueçamos de que Ele a Si mesmo Se obriga a usar de paciência,pois o Seu amor O levaria a agir mais depressa.
Fica na Paz